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Scientist Selfies – Instagramming to change public perceptions of scientists

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Scientists have an image problem. Women and minorities are often told they don’t “look like scientists” as stubborn stereotypes depict scientists as white, male, and more competent than warm. Instagram, with its huge and growing community of users and obvious capacity to relate human interest stories, represents a great opportunity to address this problem. Paige Jarreau and Samantha Yammine introduce […]
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iaravps
1 day ago
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Rio de Janeiro, Brasil
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Medievalists Respond to Charlottesville

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Medievalists Respond to Charlottesville:

In light of the recent events in the United States, most recently the racist violence in Charlottesville, Virginia, the undersigned community of medievalists condemns the appropriation of any item or idea or material in the service of white supremacy. In addition, we condemn the abuse of colleagues, particularly colleagues of color, who have spoken publicly against this misuse of history.

As scholars of the medieval world we are disturbed by the use of a nostalgic but inaccurate myth of the Middle Ages by racist movements in the United States. By using imagined medieval symbols, or names drawn from medieval terminology, they create a fantasy of a pure, white Europe that bears no relationship to reality. This fantasy not only hurts people in the present, it also distorts the past. Medieval Europe was diverse religiously, culturally, and ethnically, and medieval Europe was not the entire medieval world. Scholars disagree about the motivations of the Crusades—or, indeed, whether the idea of “crusade” is a medieval one or came later—but it is clear that racial purity was not primary among them.

Contemporary white nationalists are not the first Americans to have turned nostalgic views of the medieval period to racist purposes. It is, in fact, deeply ironic that the Klan’s ideas of medieval knighthood were used to harass immigrants who practiced the forms of Christianity most directly connected with the medieval church. Institutions of scholarship must acknowledge their own participation in the creation of interpretations of the Middle Ages (and other periods) that served these narratives. Where we do find bigotry, intolerance, hate, and fear of “the other” in the past—and the Middle Ages certainly had their share—we must recognize it for what it is and read it in its context, rather than replicating it.

The medieval Christian culture of Europe is indeed a worthy object of study, in fact a necessary one. Medieval Studies must be broader than just Europe and just Christianity, however, because to limit our object of study in such a way gives an arbitrary and false picture of the past. We see a medieval world that was as varied as the modern one. It included horrific violence, some of it committed in the name of religion; it included feats of bravery, justice, harmony, and love, some of them also in the name of religion. It included movement of people, goods, and ideas over long distances and across geographical, linguistic, and religious boundaries. There is much to be learned from studying the period, whether we choose to focus on one community and text or on wider interactions. What we will not find is the origin of a pure and supreme white race.

Every generation of scholars creates its own interpretations of the past. Such interpretations must be judged by how well they explain the writings, art, and artifacts that have come down to us. As a field we are dedicated to scholarly inquiry. As the new semester approaches at many institutions, we invite those of you who have the opportunity to join us. Take a class or attend a public lecture on medieval history, literature, art, music. Learn about this vibrant and varied world, instead of simply being appalled by some racist caricature of it. See for yourself what lessons it holds for the modern world.

The Medieval Academy of America
BABEL Working Group
International Center for Medieval Art
International Congress on Medieval Studies
Sewanee Medieval Colloquium
Society for the Study of Disability in the Middle Ages
TEAMS: Teaching Association for Medieval Studies
The Fellowship of Medievalists of Color
The Gender and Medieval Studies Group
The International Arthurian Society-North American Branch
The International Association for Robin Hood Studies
The International Piers Plowman Society
The International Society of Anglo-Saxonists
The International Society for the Study of Medievalism
The John Gower Society
The New Chaucer Society
The Society for Medieval Feminist Scholarship

-The Medieval Academy Blog

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iaravps
1 day ago
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"a fantasy of a pure, white Europe that bears no relationship to reality"
Rio de Janeiro, Brasil
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I would be honored, but I know I don't belong in your network. The person you invited was someone who had not yet inflicted this two-year ordeal upon you. I'm no longer that person.
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iaravps
3 days ago
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It me
Rio de Janeiro, Brasil
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13 days ago
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mooglemoogle
15 days ago
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https://emaildebtforgiveness.me
Virginia
0utis
14 days ago
Wow, now I can wait another nine months before replying to that email. Thanks!
hannahdraper
15 days ago
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This is me.
Washington, DC
alt_text_bot
15 days ago
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I would be honored, but I know I don't belong in your network. The person you invited was someone who had not yet inflicted this two-year ordeal upon you. I'm no longer that person.
Covarr
15 days ago
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Sorry it's taken me two years to reply to your email. Anyway, I'd love to attend your barbecue if you haven't had it yet.
Moses Lake, WA

Carioquinha 2017! É época de descontos para curtir o Rio de Janeiro

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Aos poucos a situação do Rio vai entrando ao normal, ok, o normal não é grandes coisas mas está melhorando. E o carioca que estiver sem grana, a esmagadora maioria, mas quiser aproveitar para turistar em sua própria cidade pode aproveitar que a partir desta sexta, 18/8, até 31/10, acontece mais uma edição do Carioquinha, em sua 16ª edição. São150 serviços e atrações turísticas com desconto de até 100%.

Os descontos são de, no mínimo, 20% podendo chegar até a gratuidade total. Para usar os benefícios, basta o carioca apresentar nas bilheterias a sua carteira de identidade para comprovar a naturalidade ou juntar um comprovante de residência (água, luz, telefone, gás, cartão de crédito).

Com o tema ‘Carioquinha 2017: Você Merece Essa Moral’, a campanha do projeto este ano quer elevar a autoestima, lembrando que há bons motivos para gostar de viver no Rio. Devido aos Jogos Olímpicos, no passado não houve promoção.

A lista das atrações incluiasseios de saveiro pela Baía, pontos turísticos tradicionais, voos de helicóptero ou asa delta, trilhas, caminhadas, tours e novos passeios pouco explorados pelos locais.

Os cariocas ainda poderão desfrutar de serviços da rede hoteleira carioca. Com apoio do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio de Janeiro (Sebrae/RJ), o Carioquinha 2017 também oferece opções em outros municípios do estado: visitas guiadas e teatralizadas, roteiros temáticos que convidam o carioca a ter uma vivência mais completa. Um bom exemplo é uma expedição pela reserva de Guapimirim para ver um santuário de golfinhos na Baía de Guanabara ou conhecer um alambique e ver como se produz cachaça em Guaratiba.

Alguns programas mais baratos

TREM DO CORCOVADO
Até o Cristo Redentor. Desconto: 20%. Preço Normal: R$ 61 e 74. Valor Carioquinha: R$ 59,20 e R$ 48,80.

BARCO NA BAÍA
Passando pelos principais pontos turísticos e históricos da Baía de Guanabara. Desconto: 50%. Preço Normal: R$ 60. Carioquinha: R$ 30.

ESPAÇO DA MARINHA
Visitação a submarino, helicóptero, contratorpedeiro, Nau dos descobrimentos e o carro de combate cascavel. Visitação à Ilha Fiscal. Desconto: 50%. Preço Normal: ECM R$ 10 – IF R$ 30 – PM R$ 30. Carioquinha: ECM R$ 5 – IF R$ 15 – PM R$ 15.

HELICÓPTERO
Voos panorâmicos de 30 minutos. Saída do aeroporto de Jacarepaguá. Desconto: 20%. Preço Normal: R$550. Carioquinha: R$440.

JARDIM BOTÂNICO
Com seus canteiros, coleções de plantas, lagos, animais, monumentos e prédios históricos. Desconto: 20%. De: R$15,00 por R$12.

PLANETÁRIO
Sessões de cúpula A Janela Mágica; Manual de Sobrevivência no Espaço; O Céu: Histórias e Estrelas; Uma Aventura no Planetário. Desconto: 53,8%. De R$ 26 (R$ 13), por R$ 12 (R$ 6)

TOUR IMPÉRIO MUSICAL
Teatralizado. Inclui café da manhã na Confeitaria Colombo com sarau com obras de compositores venerados do século XIX. Passeio no Centro Histórico. Desconto: 20%. De R$ 165, por R$ 132.

Tours Escolas De Samba
Visita ao barracão de uma grande escola e na Cidade do Samba, conhecer os bastidores. De R$ 130 , por 100.

MINIFAZENDA E ALAMBIQUE EM GUARATIBA
Arte de fabricar a verdadeira cachaça de alambique. Desconto: 60%. Preço Normal: R$150. Carioquinha: R$ 60.

Confira o artigo Carioquinha 2017! É época de descontos para curtir o Rio de Janeiro de Quintino Gomes Freire no Diário do Rio de Janeiro - O dia a dia do carioca todos os dias

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iaravps
4 days ago
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Até 31/10!
Rio de Janeiro, Brasil
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“Ciência, Responsabilidade Social e Soberania” é o tema da 70ª Reunião Anual da SBPC

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Evento será realizado em julho de 2018 na Universidade Federal de Alagoas, em Maceió, e celebrará os 70 anos da SBPC

“Ciência, Responsabilidade Social e Soberania” é o tema escolhido para a 70ª Reunião Anual da SBPC, que será realizada em julho de 2018, na Universidade Federal de Alagoas (Ufal), em Maceió (AL)

O tema da Reunião foi oficializado nesta terça-feira (8), em sessão, na cidade que sediará o evento, que reuniu as 17 instituições locais que já estão trabalhando articuladamente. O mote escolhido foi proposto pela Ufal e teve o aval da presidência da SBPC, organizadora nacional do evento. “O tema Ciência significa a própria essência da SBPC, em seus 70 anos de existência, que serão comemorados em Alagoas. A SBPC é baluarte na defesa do progresso e avanço do conhecimento científico e na construção de uma humanidade mais justa e solidária”, afirmou o diretor-presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa de Alagoas (Fapeal), Fábio Guedes.

Guedes acrescenta que a responsabilidade social articula-se com a Ciência porque a finalidade é o desenvolvimento humano e social. “A soberania representa um dos grandes objetivos na discussão atual, diante dos retrocessos que estamos testemunhando em temos de diminuição dos investimentos em CT&I, o que afeta, sobremaneira, o desenvolvimento tecnológico, ameaçando ainda mais o País em termos de dependência das economias desenvolvidas nesse aspecto”, observa.

O vice-reitor da Ufal, José Vieira da Cruz, apresentou a temática ao grupo, justificado que a escolha partiu da própria Universidade e foi acolhida pela comissão organizadora nacional. “A SBPC tem estimulado, ao longo das últimas décadas, pesquisadores de diferentes áreas de formação e idades, a pensar a ciência como um fundamento de responsabilidade social para o desenvolvimento sustentável e de soberania entre os povos, em particular, em relação à independência tecnológica, política e cultural de cada país”, disse Vieira ao explicar o conceito.

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da Ufal, professor Alejandro Frery, destacou a importância de instituições públicas e privadas estarem reunidas para pensar a SBPC de modo amplo, coletivo e coeso. “Temos aqui a tríplice hélice academia-governo-empresas. É muito importante que todos trabalhemos juntos para construir um evento de qualidade e que fique marcado na história da ciência em Alagoas”, salientou Frery, que também é vice-coordenador da comissão executiva local.

“É a primeira vez que a Reunião Anual irá acontecer em Alagoas. Com esse fato, o recado é claro: queremos mudar a realidade do nosso estado, destacou André Lage, coordenador de Pesquisa da Ufal, acrescentando que a SBPC em Alagoas colocará o Estado em evidência no que diz respeito à produção e disseminação do conhecimento.

Entre os participantes da reunião estavam o vice-reitor da Ufal, José Vieira, e representantes de instituições de ensino superior como Uneal, Uncisal, Ifal, Cesmac, Uninassau, Unit e FAN, além de representantes das secretarias de Estado da Educação (Seduc) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e dos órgãos Fundepes, Iphan, Sebrae, Fiea e Eletrobras Alagoas.

A organização da 70ª Reunião da SBPC segue com reuniões mensais e deve contar com a participação de mais instituições. O novo presidente da SBPC, o físico Ildeu Moreira, e sua equipe, devem visitar Alagoas em setembro, para consolidar a organização do próximo ano.

A SBPC

A SBPC, criada em 1948, é uma entidade voltada à defesa do avanço científico e tecnológico e do desenvolvimento educacional e cultural do Brasil. Atualmente, mais de 130 sociedades científicas de todas as áreas do conhecimento são associadas à SBPC, que conta com cerca de 5 mil sócios ativos. A Reunião Anual em Alagoas celebrará os 70 anos da SBPC.

As reuniões anuais da SBPC têm, concomitantemente, os objetivos de debater políticas públicas nas áreas de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação e de difundir os avanços da Ciência nas diversas áreas do conhecimento. Para tanto, além da programação científica – composta por simpósios, mesas-redondas, conferências, minicursos, encontros, assembleias, sessões especiais e comunicações científicas em sessões de pôsteres –, o evento conta também com atividades paralelas como a SBPC Educação, SBPC Jovem, SBPC Cultural, SBPC Afro-Indígena e ExpoT&C, além de programações específicas para cada região.

SBPC, com informações da Ufal e da Fapeal 

The post “Ciência, Responsabilidade Social e Soberania” é o tema da 70ª Reunião Anual da SBPC appeared first on Jornal da Ciência.

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iaravps
11 days ago
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Discovering Amazing Insights Using Open Syllabus Data

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Back in September 2016 we announced that we’d added Open Syllabus Project data to the Altmetric Explorer and details pages. The integration means that users can now see where individual book titles have been included in University reading lists from institutions around the world.

The Open Syllabus data has helped us discover some amazing facts: would you have imagined, for example, that the most featured book (included in a grand total of 3,879 syllabi from 485 institutions) is ‘The Elements of Style’ by William Strunk?

The book, which was first published by Harcourt in 1920 before being extensively revised and released by Macmillan in 1959, provides a comprehensive writing style guide that includes 8 ‘elementary rules of usage’ 10 ‘rules of composition’ and a list of 57 ‘words often misspelled’ amongst other useful guidance.

More than 10 million copies have been sold to date, and the Open Syllabus data available via Altmetric shows the extent to which this title is currently being included as part of core reading lists in institutions around the world:

What else can the Open Syllabus Project data tell you?

The popularity of a book isn’t all that the Open Syllabus data can help you understand – Founder Joe Karaganis noted in a 2017 interview that the driving force behind the project is the “simple idea” that “a field is the knowledge it chooses to reproduce through teaching”.

Based on this concept he started working with academic institutions around the world to gather and collate their reading lists in an accessible format, helping scholars and organisations to see how disciplines have evolved and providing a starting point for their new reading lists.

Since our integration of the data, many Altmetric users have been busy discovering other interesting things about their books – including sometimes surprising information on where and how they are now being used.

In the video below, Charles Watkinson from Michigan Publishing explains how access to the Open Syllabus data has helped them better understand the audience for their titles, including how they are influencing public policy and where there might be an opportunity for a further release:

What’s next?

Publishers and institutions are only just starting to explore the benefits that access to this data offers, and we’re certainly looking forward to seeing how its use cases develop.

An update to the Open Syllabus data is due later this year, and we’re already planning to incorporate it into Altmetric. Please get in touch with our team if you’d like to discuss access to the Explorer or integration of the badges for your organisation.

We’d love to hear what you think of it and how it helps you tell the story of your books – leave a comment below or tweet us @altmetric!

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iaravps
12 days ago
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