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Parceria disponibiliza toda a coleção da revista Ciência e Cultura em formato digital

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A revista teve seu primeiro número publicado em 1949, ano seguinte ao da criação da SBPC. Com a digitalização, as 456 edições e suplementos da revista podem ser consultados no site da Hemeroteca Digital da Fundação Biblioteca Nacional

Uma parceria da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) com a Hemeroteca Digital Brasileira, da Biblioteca Nacional, viabilizou a digitalização de toda a coleção da revista Ciência e Cultura. A revista teve seu primeiro número publicado em 1949, ano seguinte ao da criação da SBPC. Desde 2002, quando a revista passou a ser produzida no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, Labjor Unicamp, além da versão impressa, a Ciência e Cultura conta com uma versão digital no portal Scielo. Os números anteriores a 2002, no entanto, eram de difícil acesso. Com a digitalização, as 456 edições e suplementos da revista podem ser consultados no site: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/.

A revista é um marco para a institucionalização da ciência no País. De acordo com Carlos Vogt, editor chefe da revista, trata-se de “uma das publicações mais antigas e importantes para a grande virada que a ciência brasileira conhece a partir dos anos 1950”. Hoje a revista busca contribuir para o debate dos grandes temas científicos da atualidade e atrair a atenção, principalmente das novas gerações de pesquisadores, para uma reflexão continuada e sistemática sobre tais temas. De periodicidade trimestral, seu espaço editorial é dividido em quatro áreas: Núcleo temático, no qual são publicados artigos com diferentes enfoques sobre um tema específico; Artigos&ensaios, focados em temas da atualidade científica; Notícias, que fornece uma visão abrangente do que vai pelo mundo no universo da ciência e da cultura; e Expressões culturais, com artigos, críticas, reportagens sobre tendências em literatura, teatro, cinema, artes plásticas, música, televisão, novas mídias, etc.

De acordo com Vinícius Martins, coordenador da Hemeroteca Digital Brasileira, o processo de digitalização levou cerca de cinco meses, entre o levantamento dos números, digitalização e processamento das imagens para o reconhecimento do texto. “Digitalizamos a totalidade da coleção, todos os números e suplementos – são 456 edições, com cerca de 68 mil páginas”, disse. Boa parte dos números impressos já estava na Biblioteca Nacional. “Complementamos os que faltavam em nossa coleção com as edições pertencentes ao acervo do Centro de Memória da SBPC”, explicou Martins, sobre o trabalho do Centro de Memória Amélia Império Hamburger (CMAIH), inaugurado em 2017, na sede da SBPC, em São Paulo.

A Hemeroteca Digital Brasileira é um portal de periódicos nacionais. O acesso pela internet permite aos usuários consultar jornais, revistas e diversas publicações seriadas de qualquer lugar. “Uma das motivações para a criação da hemeroteca foi criar um repositório para periódicos científicos”, contou o físico Ildeu de Castro Moreira, atual presidente da SBPC e que foi um dos idealizadores desse projeto quando estava à frente do Departamento de Popularização e Difusão da C&T, do então Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, entre 2004-2013. A viabilização do projeto contou com o financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), por meio da Financiadora de Estudos e Projetos, (Finep) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que investiram recursos para aquisição das máquinas e desenvolvimento das ferramentas de busca. “Ainda há muitas coleções de periódicos de associações científicas disponíveis apenas na versão impressa. A Hemeroteca pode ajudar a disseminar esse conhecimento para um número maior de pessoas, além de contribuir para construir uma memória da ciência brasileira”, complementou.

A digitalização da Ciência e Cultura confirma esse papel, já que boa parte da história da instituição está documentada justamente nas páginas da revista. “É uma forma de recuperar e preservar a história da instituição”, disse Áurea Gil, historiadora da SBPC, que coordena o Centro de Memória Amélia Império Hamburger, da SBPC.

A consulta da revista Ciência e Cultura na Hemeroteca Digital pode ser feita por título, período, edição, local de publicação e palavra, acessando este link. “A busca por palavras é possível devido à utilização da tecnologia de Reconhecimento Ótico de Caracteres (Optical Character Recognition – OCR), que proporciona aos pesquisadores maior alcance na pesquisa textual em periódicos. Todo o texto reconhecível é indexado e pode ser recuperado”, explicou Martins. Outra vantagem do portal é que o usuário pode também imprimir em casa as páginas desejadas.

Acesse e consulte todo o acervo: http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

Patricia Mariuzzo – Ciência & Cultura

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iaravps
19 hours ago
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Rio de Janeiro, Brasil
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OpenCon 2018 em Toronto – inscrições abertas!

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OpenCon2018
Ni!

A OpenCon é uma das principais conferências internacionais sobre ciência aberta, voltada para jovens pesquisadores, estudantes e profissionais interessados em acesso aberto, educação aberta, dados científicos abertos. Todo ano ela busca levar uma grande diversidade de participantes para o evento internacional, além de estimular a organização de eventos locais.

Este ano a conferência ocorre do dia 2 ao 4 de novembro em Toronto, no Canadá. Como nos anos anteriores, a organização oferece bolsas para custear despesas de transporte e estadia dos participantes.

As inscrições estão abertas até dia 13 de julho no endereço:

https://apply.opencon2018.org/referral/em06121

Abraço,
l
e
.~´

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iaravps
8 days ago
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Melhor conferência ever!
Rio de Janeiro, Brasil
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Representantes de quatro regiões brasileiras recebem premiações em feira internacional de ciências

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Oriundos da Febrace e da Mostratec, as duas mais importantes feiras de ciências do Brasil, delegação brasileira conquista 10 prêmios e 3 menções honrosas na Intel Isef 2018, nos EUA. Registro de patentes é novidade entre os brasileiros. (Foto: Divulgação)

Oriundos da Febrace e da Mostratec, as duas mais importantes feiras de ciências do Brasil, delegação brasileira conquista 10 prêmios e 3 menções honrosas na Intel Isef 2018, nos EUA. Registro de patentes é novidade entre os brasileiros. (Foto: Divulgação)

Estudantes de quatro regiões e seis estados brasileiros diferentes foram premiados durante as cerimônias da Intel Isef (International Science and Engineering Fair), realizada em Pitsburgo, Pensilvânia, nos Estados Unidos, entre os dias 13 e 18 de maio. Os jovens cientistas brasileiros conquistaram 10 prêmios e 3 menções honrosas nas competições nomeadas ‘Special Awards Ceremony’ e ‘Grand Awards Ceremony’.

Mais importante premiação em termos internacionais, a Intel Isef atraiu mais de dois mil estudantes de 81 países, que foram incentivados a desenvolver projetos inovadores nas áreas das ciências, tecnologia, engenharia e matemática, e a explorar soluções que melhorem a qualidade de vida em suas localidades e em todo o mundo. Situação corriqueira na feira americana, as feiras brasileiras também registram novos pedidos de patentes dos estudantes de ensino médio.

Para atestar a importância e a qualidade da premiação, a professora da Poli-USP e organizadora-geral da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), Roseli de Deus Lopes, destaca o rigor da comissão de avaliação da Isef e o número de países e estudantes participantes.

“O corpo de avaliadores faz uma avaliação rigorosa, dão sugestões, verificam o trabalho e abrem oportunidades pra esses jovens”, diz. “É muito difícil ganhar algum tipo de premiação lá nos EUA porque a cada ano são mais países participando, todas as delegações fazem um trabalho melhor a cada ano, envolvendo cada vez mais estudantes de seus países, é por isso que a conquista desses estudantes é tão representativa”, comemora.

A delegação brasileira teve 18 projetos entre os finalistas e conquistou dez prêmios e três menções honrosas, sendo o país mais premiado da América Latina em número de prêmios e a 7ª delegação mais premiada do mundo, ficando atrás dos EUA, China, Rússia, Canadá, Índia e Arábia Saudita.

A nova geração de inovadores competiu por mais de cinco milhões de dólares em prêmios e foram julgados pela sua capacidade criativa e pensamento científico, rigor, competência e clareza mostrada em seus projetos.

A organizadora da Febrace atribui o sucesso dos brasileiros aos materiais produzidos nas feiras brasileiras, que são disponibilizados e divulgados online, atraindo atenção de um público cada vez maior. “As pessoas estão cada vez mais dizendo ‘olha, essa pessoa aqui é de escola pública; essa é de escola privada, e estão fazendo projetos incríveis, qual o segredo deles? Eles são pessoas muito diferentes?’”, exemplifica.

“Não”, continua Lopes, “são pessoas normais que estão atentas a problemas locais e acreditam que podem gerar conhecimento novo, seja para explicar algum fenômeno físico, natural ou social, seja para desenvolver uma tecnologia e, à medida que a cada ano nós fazemos a devida divulgação, as pessoas lá na ponta dizem ‘nossa, eu também posso’.”

Os jovens cientistas fazem parte da Delegação Brasileira, composta por 25 estudantes que apresentaram 18 projetos, sendo 14 estudantes representando nove projetos que foram selecionados na 16ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), realizada em São Paulo-SP, e 11 estudantes representando nove projetos que foram selecionados na Mostratec, realizada em Novo Hamburgo-RS.

A Febrace e a Mostratec são as duas principais feiras de ciências do País e capilarizam a divulgação e iniciação científica em escolas pelo Brasil inteiro. Assim, os premiados representam seis estados e quatro regiões brasileiras diferentes: Amapá, Bahia, Ceará, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Segundo Lopes, tanto a Febrace quanto a Mostratec têm a preocupação de levar estudantes que se destacaram nas feiras, mas que representam as diferentes regiões do Brasil. “Em anos anteriores”, destaca Lopes, “nós levávamos jovens que dificilmente seriam premiados, mas levávamos porque eles voltam dessas feiras como ativistas, divulgando o trabalho dessas feiras em sua região. Nos anos seguintes, a probabilidade deles conseguirem conquistar uma premiação foi maior.”

De acordo com Lopes, isso tem sido verificado na prática: “Ao longo dos anos, se formos pegar os números de premiações, está evidenciado que nós estamos conseguindo ter premiações com alunos de escolas públicas e privadas de localidades muito diferentes do Brasil.”

Realizada desde 1950, a Intel Isef é uma competição baseada no talento demonstrado e na qualidade dos projetos e pesquisas desenvolvidos por estudantes de todo o mundo que ainda não chegaram ao ensino superior. E já revelou milhares de talentos em Ciências e Engenharia.

Patentes

Durante a edição de 2018 da Febrace, a professora Roseli de Deus Lopes percebeu que alguns jovens do ensino médio estão dando entrada em pedidos de patente para levar seus projetos à feira. “Foi o primeiro ano que eu percebi isso”, destaca, “lá nos EUA, na Isef, isso já era uma coisa corriqueira. Estudantes de diversos países, quando iam apresentar alguma inovação tecnológica já chegavam com pelo menos a entrada da patente para garantir a proteção.”

Durante a Febrace, não foi apenas um estudante que fez isso. Segundo Lopes, foram pelo menos meia dúzia, e pode ser que esse número seja maior. Um dos casos é o de Gabriel Gelli Checchinato, de 18 anos, ex-estudante do Colégio Ser, de Jundiaí-SP.

Hoje estudante de mecatrônica na USP, o jovem do interior paulista desenvolveu um mecanismo para tornar produtos como purificadores de água ou dispensers de geladeira autônomos. Ou seja, basta colocar um recipiente, independente do tamanho, para que o conteúdo o encha automaticamente. Um copo ou uma jarra se enche como o usuário definir, uma vez que o mecanismo pode ser regulado. A ideia auxilia deficientes visuais e previne transbordamentos.

Como o colégio em que Gabriel estudava não possuía estrutura para a ciência, ele pouco utilizou os espaços escolares. Combinou com seu orientador que desenvolveria o projeto dentro de um laboratório forjado no porão de sua casa. “Cheguei a usar o laboratório da USP para usar uma ferramenta que eu não tinha, mas o projeto foi 99% desenvolvido em uma oficina no porão de casa.”

Roseli destaca o potencial que essas feiras têm de provocar o potencial dos alunos, que, às vezes, como no caso de Gabriel, superam barreiras para criar projetos inovadores. “Nós estamos conseguindo provocar estudantes de escolas regulares, que não têm infraestrutura tão avançada, às vezes não têm orientadores tão especializados, mas estão se apropriando das tecnologias que estão disponíveis, seja na casa, na escola, na biblioteca, em parceria com algum centro de pesquisa. Eles estão se mexendo e estão conseguindo realizar projetos de alto nível, que resolvem problemas de verdade porque, em competições como essa, o que tem valor não é o produto que o aluno fez. O que tem valor é o próprio aluno, o estudante, o potencial que ele demonstra naquilo que ele fez.”

Gabriel conta que após ter sido agraciado pela Febrace e agora também na feira americana, voltou à escola para conversar com alunos e professores. O jovem cientista acredita que contribuiu para mudar a percepção dos alunos e também da escola. “Eu imagino que a escola possa mudar. Eu os visitei e conversei bastante com outros alunos, então eu imagino que eles comecem a ter uma participação maior. Agora, pelo menos a divulgação acho que já está garantida”, comemora.

A primeira preocupação do estudante da USP é procurar empresas que se interessem pelo projeto. “Eu depositei a patente primeiro, pensando em proteger minha ideia, porque eu queria mostrar para as pessoas, não queria manter meu projeto em segredo. Agora eu vou entrar em contato com empresas para ver se elas se interessam. Para vender uma ideia, a patente é fundamental”, defende.

PREMIADOS

Isabela, Gabriel, Maria Vitória, Andrea e Laura – Estudantes premiados na Grand Award Ceremony

1) Química – Terceiro Lugar e o prêmio de 1.000 dólares
Projeto: Detecção de drogas ansiolíticas em bebidas alcoólicas adulteradas

Isabela Dadda dos Reis

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – Campus Osório, Osório, RS, Brasil
Credenciada pela Febrace

2) Sistemas Embarcados – Terceiro lugar e o prêmio de 1.000 dólares

Projeto: Dispenser autônomo de líquidos para recipientes com tamanhos variados

Gabriel Gelli Checchinato

Colégio Ser!, Jundiaí, São Paulo, Brasil
Credenciado pela Febrace

3) Medicina Translacional – Terceiro lugar e o prêmio de 1.000 dólares
Projeto: Utilização de compostos bioativos microbianos no desenvolvimento de alternativa para combate de Cândida spp.

Maria Vitória Valoto

Colégio Interativa de Londrina, Paraná, Brasil
Credenciada pela Febrace

4) Microbiologia – Quarto lugar e o prêmio de 500 dólares
Projeto: Avaliação in vitro de citotoxicidade e genotoxicidade de um líquido iônico com atividade antifúngica

Andrea Auler e Laura Brizola

Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha, Rio Grande do Sul, Brasil
Credenciadas pela Mostratec

Myllena, Isabela, Juliana, Caio e Gabriel Negrão – estudantes premiados na Special Award Ceremony

1) American Chemical Society
Segundo lugar e o prêmio de 3.000 dólares

Projeto: Detecção de drogas ansiolíticas em bebidas alcoólicas adulteradas

Isabela Dadda dos Reis

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – Campus Osório, Osório, RS, Brasil
Credenciada pela Febrace

2) Arizona State University
Prêmio Bolsa de Estudo

Projeto: Ciclo ambiental polimérico: produzindo materiais cristalinos para resolução de problemas ambientais

Myllena Cristyna Braz da Silva

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, Campus Limoeiro do Norte, CE, Brasil
Credenciada pela Febrace

3) University of Arizona
Prêmio Bolsa de Estudos

Projeto: Tratamento de efluentes têxteis através de resíduos agroindustriais provenientes do litoral norte gaúcho

Juliana Davoglio Estradioto

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – Campus Osório, Osório, RS, Brazil
Credenciada pela Mostratec

4) University of Arizona
Prêmio Bolsa de Estudos

Projeto: Ciclo ambiental polimérico: produzindo materiais cristalinos para resolução de problemas ambientais

Myllena Cristyna Braz da Silva

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, Campus Limoeiro do Norte, CE, Brasil
Credenciada pela Febrace

5) Qatar Foundation, Research & Development
Primeiro lugar e o prêmio de 1.000 dólares
Projeto: Estudo da Conversão Fotovoltaica através de um modelo de Dessalinizador para Geração de Energia Elétrica

Caio Vinícius Lima de Souza

Escola Estadual Gabriel de Almeida Café, Macapá, Amapá, Brasil
Credenciado pela Mostratec

6) Spectroscopy Society of Pittsburgh
Terceiro lugar e o prêmio de 750 dólares

Projeto: Estudo sobre a síntese orgânica assimétrica do álcool 1-feniletanol através de processos biocatalíticos utilizando-se casca de laranja (Citrus Sinensis).

Gabriel Negrão de Morais

Sesi Piatã, Escola Djalma Pessoa, Salvador, Bahia, Brasil
Credenciado pela Mostratec

CERTIFICADO DE MENÇÃO HONROSA

1) American Chemical Society

Certificado de Menção Honrosa
Projeto: Estudo sobre a síntese orgânica assimétrica do álcool 1-feniletanol através de processos biocatalíticos utilizando-se casca de laranja (Citrus Sinensis).

Gabriel Negrão de Morais

Sesi Piatã, Escola Djalma Pessoa, Salvador, Bahia, Brasil
Credenciado pela Mostratec

2) American Statistical Association
Certificado de Menção Honrosa

Projeto: Detecção de drogas ansiolíticas em bebidas alcoólicas adulteradas
Isabela Dadda dos Reis

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul – Campus Osório, Osório, RS, Brasil
Credenciada pela Febrace

3) National Aeronautics and Space Administration (NASA)
Certificado de Menção Honrosa
Projeto: Sistema de mapeamento autônomo

Pedro Henrique Capp Kopper

Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha, Novo Hamburgo, RS, Brasil
Credenciado pela Febrace

Marcelo Rodrigues, estagiário da SBPC

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iaravps
13 days ago
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❤❤❤
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Don’t let publication be the end of the story – transforming research into an illustrated abstract

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Publishing research that can be accessed as widely as possible is clearly crucial, but ensuring that research is accessible to similarly large groups of people is an altogether different challenge. The CC BY license, required by many funders when publishing open access, permits users to transform and build upon the licensed content, creating something new and original. Lucy Lambe explains […]
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iaravps
22 days ago
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Abstracts in comics form, what a great idea!
Rio de Janeiro, Brasil
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what to do if you hate your job

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I wrote this for LinkedIn’s Weekend Essay this weekend.

If you’re miserable at work, you’re not alone. Having written Ask a Manager for more than a decade now, I’ve answered questions from literally thousands of people who hate their jobs. Whether it’s due to a difficult boss, unpleasant colleagues, mind-numbing work, or a toxic culture, there are a lot of people toiling away at jobs they’d rather not be in.

The unsettling reality is that even if you do everything right in screening your jobs, you can still end up in a work situation that makes you unhappy. The great boss who you were so excited to work with could move on a few months after you start, and her replacement could end up being a disaster. Your office could have budget cuts that leave you with an unmanageable workload. You could be assigned a new client who turns your dream job into a nightmare. Or, if you’re like a lot of people, you might just end up in a job that sounded amazing in the interview but fell drastically short of your expectations once you started.

If you find yourself in this situation, step one is to get really clear about exactly what the problem is. Is your boss a hovering micromanager who doesn’t give you any autonomy, despite your years of experience? Or maybe the problem is your coworkers – is your work life lonely because you haven’t been able to form any rapport with your colleagues? Maybe it’s the work itself; you might have signed up expecting to do X but ended up doing Y, or the workload might be way too high or so low that you’re bored for hours every week. Or maybe it’s your company culture since not every culture will be a fit for every person. Maybe your office is slow-moving and resistant to change, while you’re more entrepreneurial and need a culture that values that, or maybe it rewards people who spend their off-hours golfing with the company bigwigs and you’re not up for that. Or maybe upon reflection you’ll realize that the problem isn’t this particular job, but rather the idea of having to work in general that’s making you miserable.

Once you’ve zeroed in on what the problem is, the next step is to figure out if it’s worth trying to fix it. If you have fundamental issues with your company’s culture, that’s not likely something you’ll be able to change. But if the issue is, say, that your workload is too high and you’re in danger of burning out, you might actually be able to get relief by talking with your boss. Not always – but if your boss is reasonable and has a track record of taking people’s concerns seriously, it’s worth raising the issue and seeing if anything changes. And if nothing does, at least then you’ll know for sure; you’ll have raised the issue, learned the problem isn’t going to go away, and then can make decisions for yourself from a place of greater information.

Of course, sometimes it can be hard to know if something is fixable. In the past, I’ve pulled complaints out of people who weren’t speaking up on their own because they were certain that the thing they disliked couldn’t be fixed, and yet once I knew about it, I was able to resolve the problem relatively quickly. So even an issue seems insurmountable to you, it might still be worth raising – because your manager has a different vantage point and might be more able to address the problem than you realized. Not always, of course, but if you’re unhappy enough that you’re likely to leave over whatever’s bothering you, it might be worth a conversation.

That said, if your manager isn’t open to feedback, tends to punish people for rocking the boat, or just isn’t particularly reasonable, you might rightly conclude that there’s not much to be gained by going that route. And other times, even if your manager would be receptive, you might realize that there are so many problems contributing to your unhappiness that fixing a few of them won’t be enough.

Once you have a more solid idea of whether your problems with your job can be resolved or not, you can move on to figuring out what to do next. Even if the problems can’t or won’t be fixed, that doesn’t automatically mean that you should leave. At this stage in your thinking, you should step back and take stock of your situation, being as brutally honest with yourself as you can. Things to think about: What are you getting out of the situation if you stay (for example, pay, benefits, a flexible schedule, a great commute, interesting work, professional opportunities, and so forth)? How likely are you to find those things somewhere else? Do the advantages of staying outweigh the negatives? What are the negatives of leaving (such as missed opportunities or having multiple short-term stays on your resume), and how do you weigh those in this calculation?

In other words, this decision should rarely be as simple as “I hate my job so I should leave.” Sure, sometimes that might be the answer. But other times you might realize that if you can get through two years of this job, you can parlay it into something much better … or sometimes it might be as simple as deciding that while yes, you don’t like the work, you love your salary and your 10-minute commute and you can reframe your thinking so that you’re less unhappy day-to-day. Getting really clear in your head that you’re choosing to stay because you’ve calculated that the trade-offs are worth it to you can sometimes make the situation much more bearable – probably because it reinforces that you do have choices and some control. Yes, my boss is a jerk, you can think, but I’m choosing to stick it out for now because I’m paid well and I love my commute. I can always change my mind later, but for now this makes sense for me.

Or, you might come out of this calculation with a really clear sense that you do indeed need to move on. You might decide that the things that bother you are serious problems, aren’t going to change, and aren’t worth the pay and other benefits you’re getting by staying. That’s a good outcome too. The idea is just to be really clear-eyed about what you are and aren’t willing to accept, how you weigh all the different factors in the situation, and which matter most to you.

If you go through this mental exercise and still aren’t sure if you should stay or go, one middle-ground option is to try launching a casual job search. Look around at what job postings are out there, put out some feelers to people in your network, talk to some recruiters. You’ll probably start getting some useful data about the market that will push you in one direction or the other. You might find, for example, that the market is booming for people with your skills and that it’ll be relatively easy to find a new position without the problems at your current job. Or who knows, after seeing what else is out there, you might see your current job in a new, more positive light. But either way, you’ll get more data, which will help you make better decisions.

And of course, if you do decide to leave, it’s crucial not to be in such a rush to get out of your current job that you skimp on doing your due diligence about the new one. When you’re miserable at work, it’s very easy to grasp at the first life raft that comes along – but leaping too hastily can mean you end up somewhere else where you’re unhappy too. Taking time to be really thoughtful and deliberative about where you end up next, even if it slows down your departure a bit, will pay off in your next position.

what to do if you hate your job was originally published by Alison Green on Ask a Manager.

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iaravps
30 days ago
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Bons conselhos
Rio de Janeiro, Brasil
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LEMINSKI ERA TÃO ÁGIL NO JUDÔ QUANTO NA POESIA

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Quando o poeta Haroldo de Campos definia Paulo Leminski como “Rimbaud curitibano com físico de judoca”, não estava brincando. Além de escritor, publicitário e professor, o paranaense praticava judô a sério. Conheceu o esporte por intermédio do irmão, aos 20 e poucos anos, e em pouco tempo conquistou a faixa preta.

Nos anos 1960, defendia a seleção paranaense em torneios, participava de campeonatos universitários e até venceu uma disputa com atletas das Forças Armadas. Isso ao mesmo tempo em que dava aulas e fazia poesias. Leminski foi além dos treinos: aprofundou- se no universo da arte marcial. Aprendeu os ideogramas do japonês, impressionado com o poder de síntese dos ícones. Leu filosofia budista, biografias e haicais, modalidade de poema oriental na qual também se aventurou muito.

Devorou até uma Bíblia escrita em japonês. E dizia que a luta o ajudava como poeta: “Você aprende a tirar de dentro de você tudo que é necessário para um momento decisivo. Qualquer hesitação, seja diante de um golpe ou de um poema, pode ser fatal”. Leminski dedicou ao professor de judô da academia Kodokan, o italiano Aldo Lubes, um artigo de 1986: “Aprendi com sensei Aldo não apenas golpes, mas toda a grandeza humana que se oculta por trás da prática de uma arte marcial”. Aldo não ficava atrás em elogios a Paulo, seu amigo e discípulo por 10 anos: “Eu era o mestre, mas com ele aprendi a não ver a vida de uma maneira complicada e material. Ele era a pessoa mais natural do mundo”.





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iaravps
30 days ago
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"Qualquer hesitação, seja diante de um golpe ou de um poema, pode ser fatal”
Rio de Janeiro, Brasil
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