Curiosity-driven.
441 stories
·
2 followers

Exigências e Clamores

1 Share

Read the whole story
iaravps
4 days ago
reply
Rio de Janeiro, Brasil
Share this story
Delete

ABEC e CSE publicam obra sobre “Integridade em publicações de periódicos científicos”

1 Share
Rui Seabra, presidente da ABEC , e
Rui Seabra, presidente da ABEC , ao lado de Thomas Gerber e Patty Baskin, do CSE, com o livro que será distribuído durante o ABEC Meeting 2017

A Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC), em parceria com o Council of Science Editors (CSE), promoveu a versão do CSE’s White Paper on Promoting Integrity in Scientific Journal Publications, a qual resultou na publicação das “Diretrizes do CSE para Promover Integridade em Publicações de Periódicos Científicos”. A obra atualizada e revisada será lançada durante o ABEC Meeting 2017, que está sendo realizado em Curitiba, no Paraná, entre os dias 6 e 9 de novembro. Os participantes do encontro vão receber uma cópia impressa da obra. Além disso, a versão on-line está disponível em: https://goo.gl/Qxoubp

O trabalho serve para orientar editores de publicações científicas a disponibilizarem conteúdo de relevância em suas revistas. Auxilia, também, a pensar maneiras para lidar com os problemas que surgem durante a pesquisa, como disputa de autoria, conflito de interesses de pareceristas, pressão dos financiadores e exigências cada vez mais rigorosas das academias, colocando a ética como um dos princípios primordiais para o sucesso dos periódicos.

O estudo ainda aborda temas como o plágio e seus desdobramentos – por exemplo, como punir o seu praticante – e a falsificação de dados e a má conduta científica, com maus tratos em relação aos sujeitos da pesquisa do país.

O material é apresentado com exclusividade pela ABEC, traduzido com a autorização da CSE. “Esperamos que a obra ilumine a vida profissional dos pesquisadores brasileiros, bem como ajude os periódicos e as instituições na investigação e na tomada de decisões em casos de má conduta científica”, ressalta Rui Seabra, presidente da ABEC.

Sobre a ABEC e o CSE

A parceria entre a ABEC e o CSE existe desde a implantação do Programa para Capacitação em Publicação Científica (ProCPC), em 2015. Ele foi criado para facilitar a capacitação de editores brasileiros por meio de encontros e minicursos oferecidos por ambas as instituições.

Entre as opções de minicursos disponíveis no programa, estão o de responsabilidades de editores científicos, gestão de publicações, métricas para periódicos e ética na publicação. Para obter mais detalhes do ProCPC, visite o site: www.abecbrasil.org.br

Tadeu Nunes 

4toques comunicação (comunicacao@abecbrasil.org.br)

O post ABEC e CSE publicam obra sobre “Integridade em publicações de periódicos científicos” apareceu primeiro em Associação Brasileira de Editores Científicos - ABEC.

Read the whole story
iaravps
10 days ago
reply
Rio de Janeiro, Brasil
Share this story
Delete

I let someone push my employee around and now it’s a mess

1 Comment

A reader writes:

I am a principal at a school who recently had a meeting with one of my teachers, “Miss Honey,” and an upset parent. This is not unheard of, though Miss Honey is one of the most popular teachers. I went in with the intention of doing my job to moderate the situation. The parent was upset because her daughter was struggling, not understanding the homework (of which Miss Honey was apparently not sending enough home). The parent also felt Miss Honey’s read-aloud time (a fairly common thing in elementary schools) was a waste of educational time.

What it came down to was that the parent wanted her daughter to stay in from all recesses (including lunch recess) and specials (art, PE, etc. classes, which also happens to be Miss Honey’s lesson planning time) in order to have personal tutoring time. I must also mention her daughter is already receiving individual tutoring that is constantly being examined and tweaked.

Just to continue the conversation, I asked Miss Honey if she would be willing to provide this. To my surprise, Miss Honey said agreed. Now, this might sound like she is a stellar, loving teacher (which she is), but this has had some not entirely unexpected consequence.

Per contract, Miss Honey is entitled to duty-free recesses and lunch. Miss Honey also has a young baby at home and is still pumping. Despite being granted the duty-free recesses as a break time, Miss Honey is allowed to use them as wishes, including tutoring students. Because of the type of employee she is, I’m not required to grant her pumping time. Obviously, I don’t want to be that manager, but this is a school and extra spare time is next-to-impossible to find. Logic and common sense suggested recess was the ideal pumping time.

I left out a part of the parent meeting: When Miss Honey explained to the parent she used her recess time to pump, the parent told her to buy formula.

I suspect there is some passive-aggressiveness going on. Miss Honey is asking for a stipend to cover her lost planning and break time… also to cover the formula she now says she has to buy since pumping milk is out of the equation.

This special time of extra tutoring has not yet begun.

Miss Honey isn’t upset with me, but has explained that in order to do as this parent requests, she needs to be compensated. I agree. However, this is stipend money I may not be able to get from the district.

I’ve prided myself on keeping both teachers and the school community happy, but if I tell Miss Honey to forget it, I’m going to have an angry parent on my hands.

Is there a good way, or at least less painful way, out of this?

Well … the problem here is that you asked her in front of the parent if she’d be willing to do this — which probably made her feel pressured to agree. It’s pretty likely that she assumed you were pushing her to do it since otherwise you wouldn’t have put her on the spot in front of a parent. An unreasonable and rude parent, to boot.

You say you did this “just to continue the conversation,” but by doing that, you put her in a terrible position. Your role in that meeting was to facilitate solutions, yes, but it was also to be a voice of reason and, if necessary, to ensure that your teacher wasn’t pushed around.

And it’s really, really not okay to allow a parent’s unreasonable demands to push your employee into using formula rather than pumping. That parent telling her to buy formula was basically cartoon-villain level of not okay.

You say that the teacher is being passive-aggressive by asking for money to cover her lost planning and break time, as well as the costs of formula. I think she’s both making a point (that she deserves to be compensated for her time, which she does) and asking for something perfectly logical.

Regardless, the solution here is not to pander to a parent to the point of craziness. The solution is to clean this situation up by correcting the original mistake you made in that meeting.

That means that you need to explain to the parent that this solution has proved unworkable as it’s leaving the teacher without sufficient time for other things during the day. Don’t get into what she uses that time for; the fact that it’s for pumping isn’t relevant and is none of her business. You could mention that those free periods are contractually mandated if you think it will help, but I worry that she’ll use that as license to paint the teacher as “working to the contract” rather than in the best interests of students or other nonsense.

When you talk to the parent, it’s essential that you take responsibility for this decision — do not blame the teacher in any way or imply that the change is at her request. If there’s a hit to be taken here, you’ve got to be the one to take it.

You should also apologize to the teacher for putting her in the position you did. Tell her you were wrong to do it, and that you apologize for not having her back.

Your measure of success in your work can’t be that no one is ever unhappy with you. That’s an impossible bar for any manager to meet, but especially in a job like yours. If you try to achieve that at all costs, you’re going to let unreasonable people control you, and you’re still going to make some people — the reasonable ones — unhappy. Side with the reasonable.

(Caveat: I’ve never worked in education, and it’s possible there are education-specific norms here that should impact how you proceed. Adapt accordingly.)

I let someone push my employee around and now it’s a mess was originally published by Alison Green on Ask a Manager.

Read the whole story
iaravps
11 days ago
reply
"Side with the reasonable" is great advice always
Rio de Janeiro, Brasil
Share this story
Delete

Mais um problema de (falta de) representatividade na academia

1 Share

Um dos bens mais preciosos entre cientistas é o chamado processo de revisão por pares*.

No mundo ideal este processo deveria levar em consideração apenas o conhecimento científico dos acadêmicos e acadêmicas envolvidos. Mas, infelizmente, nem sempre isso ocorre. Portanto é preciso reconhecer que cientistas são tendenciosos e tentar evitar certos padrões de comportamento opressores.

Quando a probabilidade de duas mulheres negras se encontrarem numa conferência científica for a mesma que a de dois homens brancos se encontrarem a gente pode começar a discutir outros detalhes mais sutis sobre representatividade. Por enquanto, vamos aos números (que infelizmente são apenas de gênero porque a discussão sobre representatividade de raça segue ainda mais atrasada no meio cientifico).

Um artigo recente (Helmer et al. 2017, referência [1]) publicado numa revista científica de alta qualidade analisou dados públicos sobre o gênero de 9 mil editores, 43 mil revisores e 126 mil autores de artigos publicados em jornais do grupo “Frontiers”. Esse estudou pioneiro avaliou os dados de 41 mil artigos publicados de 2007 a 2015 em 142 jornais das diversas áreas: exatas, saúde, engenharia, humanidades, ciências sociais, etc… Trabalhos anteriores eram restritos a disciplinas específicas devido à dificuldade em ter acesso a dados confidenciais sobre editores e revisores.

Off_1_Fig1

Figura 1: Modificada da ref. [1]. Porcentagem de mulheres escrevendo, revisando e editando artigos em diferentes revistas do grupo “Frontiers” no ano de 2015.

Os autores mostraram que as mulheres estão sub-representadas no processo de revisão por pares em todas as áreas. Esta sub-representatividade é ainda maior para editoras e revisoras do que a sub-representatitividade de cientistas mulheres atuando em cada área. Ou seja, a porcentagem de mulheres como editoras e revisoras de artigos acadêmicos é ainda menor do que a (já sub-repesentada) porcentagem de mulheres autoras de artigos. Na figura 1 podemos ver a parcela de autoras, revisoras e editoras em cada revista. Nos mais de 45 jornais mostrados na figura apenas 3 apresentam a porcentagem de revisoras maior ou igual que a de autoras (e ainda assim seguimos sub representadas como editoras). E em apenas um jornal a porcentagem de editoras é igual a de autoras (mas a porcentagem de revisoras é menor). Note que essa falta de representatividade no processo de avaliação por pares não diminui em áreas em que a quantidade de autoras mulher se aproxima de 50%.

Quando todos os jornais são considerados juntos, a fração de mulheres autoras, revisoras e editoras é significativamente menor que a de homens durante todo o período avaliado (ver Figura 2). De todos os trabalhos submetidos para essas revistas no ano de 2015 as mulheres representaram apenas 37% do total de autores, 28% do total de revisores e 26% do total de editores.

Os autores também utilizaram simulação computacional de uma rede de conectividade direcionada de editores para revisores e de revisores para autores para comparar os efeitos de gênero (ver Figura 2a). Eles simularam uma rede com as mesmas propriedades da obtida com os dados reais, mas desconsideraram os efeitos de conhecimento de gênero (mudando aleatoriamente o gênero de cada nó na rede mas preservando a porcentagem de homens e mulheres.) Com isso os autores puderam mostrar que a representatividade de revisoras e autoras é significativamente menor que o que poderia ser ao acaso.

Off_1_Fig2

Figura 2: Modificada da ref [1]. a1) Rede direcional de conexões entre editores e revisores. Cada nó, que representa um pesquisador, possui uma certa quantidade de setinhas chegando (que indica quantas vezes este foi indicado como revisor) e outro número de setinhas saindo (que indica quantas vezes foi editor). a2) Uma rede análoga, com mesmas propriedades mas em que o gênero dos pesquisadores foi modificado aleatoriamente serve como base de comparação entre escolhas tendenciosas e escolhas ao acaso. b) A fração de contribuição a cada ano de editores, revisores e autores separadas por gênero. Quando os dados (bolas e quadrados) são comparados com os dados obtidos com a rede em que o gênero foi aleatorizado, fica claro que mesmo levando em conta a sub-representatividade de mulheres em cada área, as escolhas de revisores e autores também sofreu algum efeito de escolhas tendenciosas.

Finalmente, os autores mostraram que na média a probabilidade de um editor indicar outro homem como revisor é maior que o acaso (veja Figura 3). O que significa, claramente, que a chance dele indicar uma mulher é menor. Através da definição de uma medida de “homofilia” (quanto um editor prefere indicar um revisor do mesmo gênero – já levando em conta que existem mais homens do que mulheres como opção), os autores perceberam que a homofilia está espalhada entre todos os editores homens avaliados. Isto significa que não existe um número mínimo de homens homofílicos que caso não fossem considerados na análise deixariam a rede mais equilibrada (i.e. sem preferência por homens). Em outras palavras, homens indicam outros homens de maneira sistêmica. Consciente ou inconscientemente a esmagadora maioria dos homens avaliados fez isso.

O estudo enfatiza (exageradamente, do meu ponto de vista) que este comportamento homofílico também foi verificado entre mulheres (veja Figura 3). No entanto, é preciso salientar (repetidamente) que os autores verificaram que o mecanismo de homofilia é bastante diferente entre homens e mulheres. A homofilia entre mulheres se resume a um pequeno grupo de editoras que majoritariamente indicam outras mulheres como revisoras. Ou seja, removendo apenas essas editoras da análise a chance de uma editora mulher indicar uma revisora mulher é a mesma dela indicar um revisor homem. Isso nos leva a refletir se o motivo da excessiva homofilia de algumas poucas editoras não é apenas uma resposta a um ambiente extremamente desigual. Ou seja, após perceber que no ambiente acadêmico muitos homens privilegiam outros homens (consciente ou inconscientemente) algumas mulheres passaram a usar como estratégia consciente promover mais mulheres cientistas que homens. Esta atitude, ao contrário de prejudicial como a homofilia entre homens, é totalmente aceitável enquanto houver falta de representatividade.

Portanto, independente das causas que levam homens e mulheres a serem homofílicos, o maior problema do sexismo no processo de avaliação por pares está na falta de representatividade. E claro, sabendo que existem dois problemas distintos – falta de representatividade e homofilia – podemos estar atentos para evitá-los.

Um dos meus conselhos preferidos para acadêmicos que querem combater essas tomadas de decisões tendenciosas é: quando você tiver que indicar um pesquisador como revisor, editor, ou para um comitê, uma banca, uma palestra ou qualquer outra coisa, gaste um minuto a mais tentando lembrar se existe uma mulher daquela área, tão boa quanto o pesquisador que vier primeiro em sua mente. É muito provável que exista, mas que ela não tenha dividido uma cerveja com você ou que vocês não tenham jogado futebol juntos, simplesmente porque vivemos numa sociedade que ainda é segregada (leia mais aqui: a academia e o tapinha nas costas). A mesma sugestão de “gaste um minuto a mais” vale para lembrar de pesquisadores de outras etnias, outros países ou qualquer minoria. Não é que não custa nada… Mas “um minuto” custa bem pouco em nome do poder de mudança dessa atitude.

E aí, você já indicou uma cientista hoje?

 

 

Off_1_Fig3

Figura 3: Modificada da ref [1]. Comparando a probabilidade de uma mulher ser indicada como revisora por outra mulher ou por um homem. Se a escolha fosse independente de gênero todos os valores seriam aproximadamente iguais ao valor obtido “ao acaso” pela rede de conexões mostrada na Figura 2a. Em neurociência nota-se claramente que a homofilia (preferencia pelo mesmo gênero) só foi verificada entre os homens. Nas outras áreas mostradas ocorrem entre homens e mulheres. No entanto, os autores do artigo reportaram que a estratégia homofílica de homens e mulheres é diferente. A homofilia entre homens é sistêmica. (Veja o texto para mais detalhes)

* Explicação do termo específico: processo de revisão por pares (se esse termo te pareceu estranho , e/ou você não é da academia, pode começar por aqui)

Quando um grupo de cientistas realiza uma nova descoberta e escreve um artigo expondo seus resultados, este artigo é submetido a uma revista científica para ser avaliado e, se considerado correto, publicado. Cada um deste grupo que envia o trabalho é um(a) autor(a). O processo de avaliação envolve inicialmente um(a) editor(a), que é um(a) cientista experiente da grande área de conhecimento relativa aquele trabalho, que deve escolher (tipicamente) dois(duas) outros(as) cientistas na área específica do trabalho que poderiam avaliar aqueles resultados. Esses(as) cientistas são chamados(as) revisores(as). Eles(as) devem avaliar se os métodos utilizados para obter o resultado cientifico estão corretos, se o trabalho é reprodutível e como se insere naquela área (se já foi reportado anteriormente, se é uma grande inovação, ou um passo a mais em uma teoria estabelecida). Caso o trabalho seja considerado correto e inédito, do ponto de vista científico, será aceito para publicação.

Referência:

[1] Helmer et al. eLife 2017.


Arquivado em:ciência em debate, em off: feminismo Tagged: ciência







Read the whole story
iaravps
13 days ago
reply
Rio de Janeiro, Brasil
Share this story
Delete

SCARY GO ROUND for November 3rd 2017

1 Comment

comic



Ads by Project Wonderful! Your ad here, right now: $0

Read the whole story
iaravps
13 days ago
reply
"The 2011 TARDIS act" 😂
Rio de Janeiro, Brasil
Share this story
Delete

5 tips para crear productos digitales más accesibles

1 Share

Al crear un producto digital, la accesibilidad es el único elemento requerido por las leyes de acceso a la información. Sin embargo, por muchas razones a menudo se deja de lado. Te damos cinco recomendaciones para que la integres desde el principio en la creación de tu producto. ...

The post 5 tips para crear productos digitales más accesibles appeared first on Abierto al público.

Read the whole story
iaravps
13 days ago
reply
Rio de Janeiro, Brasil
Share this story
Delete
Next Page of Stories