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09/13/17 PHD comic: 'Impostor Attack'

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Piled Higher & Deeper by Jorge Cham
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title: "Impostor Attack" - originally published 9/13/2017

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iaravps
6 days ago
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Rio de Janeiro, Brasil
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Em carta aberta, entidades pedem resolução urgente da crise na CT&I e no Ensino Superior

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A SBPC, juntamente a outras 8 entidades representativas das comunidades científica, tecnológica e acadêmica brasileiras e dos sistemas estaduais de ciência e inovação enviaram o documento ao presidente da República hoje. “Vivemos o risco de sofrer uma grande diáspora científica”, alertam na carta

“É muito grave a situação da ciência e tecnologia e das universidades públicas no País”, afirmam a SBPC e outras 8 entidades representativas das comunidades científica, tecnológica e acadêmica brasileiras e dos sistemas estaduais de ciência e inovação, em carta ao presidente da República, Michel Temer, enviada nesta terça-feira, 29 de agosto. O documento descreve a crítica situação da CT&I e da Educação Superior no Brasil e pede a resolução urgente dos problemas apontados.

A carta traz um alerta ao presidente e demais autoridades governamentais, bem como aos parlamentares e toda a população brasileira sobre os riscos que a enorme redução, de quase 50%, dos recursos para ciência, tecnologia, inovação e para a educação superior pública traz para o País. O documento ressalta, entre outros pontos, que universidades e institutos de pesquisa encontram-se em estado de penúria, com o sucateamento de laboratórios e unidades de pesquisa, a diminuição e mesmo a possibilidade de interrupção na concessão de bolsas, a proibição de novos concursos e a ausência de recursos essenciais para a pesquisa científica e tecnológica.

“Vivemos o risco de sofrer uma grande diáspora científica, com a evasão de cérebros altamente qualificados, formados com recursos públicos, para países mais avançados que veem na C&T um instrumento essencial para o desenvolvimento econômico e para o bem-estar social”, advertem as entidades, e acrescentam que o investimento em CT&I é essencial para garantir o aumento do PIB em períodos de recessão econômica.

Juntamente à SBPC, assinam a carta a Academia Brasileira de Ciências (ABC), a Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti), a Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem), a Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), o Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência e Tecnologia (Consecti), o Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (Fortec) e o Fórum Nacional de Secretários Municipais da Área de Ciência e Tecnologia.

Confira a carta abaixo, na íntegra:

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

 

Excelentíssimo Senhor

Presidente MICHEL TEMER

Presidência da República

Brasília, DF

 

Assunto: Situação dos recursos para a Ciência, Tecnologia e Inovação e para a Educação Superior.

 

Senhor Presidente,

É muito grave a situação da ciência e tecnologia e das universidades públicas no País. O contingenciamento de recursos para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações – MCTIC, em 2017, incidindo sobre orçamentos já muito reduzidos em relação aos de anos anteriores, produziu uma drástica diminuição nas verbas para a CT&I. Essa redução de recursos, que ocorreu também no orçamento das universidades públicas federais, ameaça seriamente a própria sobrevivência da ciência brasileira, bem como o futuro do País e sua soberania. Nós, entidades representativas das comunidades científica, tecnológica e acadêmica brasileiras e dos sistemas estaduais de ciência e inovação, por meio desta carta aberta, vimos alertar Vossa Excelência, assim como as demais autoridades governamentais, os parlamentares e a população brasileira, sobre os graves riscos que essa enorme redução nos recursos para a CT&I e para a educação superior pública traz para o País.

O investimento em CT&I é essencial para garantir o aumento do PIB em períodos de recessão econômica. Essa tem sido a política de caráter anticíclico adotada por países que se destacam no cenário econômico mundial, como os do G7 — EUA, Alemanha, UK, Japão, França, Itália e Canadá —, dado o retorno alcançado por este investimento sob a forma de desenvolvimento econômico, melhoria da qualidade de vida, liderança global e riqueza para esses países.

É notável o retorno que o investimento em C&T já proporcionou ao Brasil, apesar de ele ter sido bastante inferior ao aporte de países mais desenvolvidos. A invenção, em laboratórios de universidades públicas e da EMBRAPA, de um processo no qual a fixação do nitrogênio pelas plantas é feita por meio de bactérias permitiu a eliminação dos adubos nitrogenados na cultura da soja e multiplicou por quatro a sua produtividade, economizando hoje cerca de 15 bilhões de reais por ano para o País. A colaboração entre a Petrobras e laboratórios em universidades brasileiras é responsável pela exploração de petróleo em águas profundas e pelo êxito do Pré-Sal, que hoje abarca 47% da produção brasileira de petróleo. O Brasil não teria empresas de forte protagonismo internacional, como a EMBRAER, a EMBRACO e a WEG, se não tivéssemos universidades públicas formando quadros profissionais de qualidade e colaborando com estas iniciativas inovadoras. A ciência desenvolvida nas instituições de C&T nacionais é também essencial para a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros. Ela beneficiou a saúde pública, contribuindo para o enfrentamento de epidemias emergentes e para o aumento da expectativa de vida dos brasileiros, atualmente cerca de quatro anos em cada década.  A recente descoberta da ligação entre o vírus zika e a microcefalia só foi possível graças ao trabalho pioneiro de pesquisadores brasileiros.

Foram elementos essenciais para esse rol de sucessos o progresso da pós-graduação, com 16.000 doutores formados por ano, e o aumento significativo na produtividade científica, ocupando o Brasil o 13º lugar entre os países de maior produção científica, à frente de nações como Holanda, Rússia, Suíça, México e Argentina.  Tal cenário decorreu de investimentos continuados nas universidades e institutos de pesquisa, em particular do CNPq, da Capes e da Finep, bem como das fundações estaduais de amparo à pesquisa. Não faltam novos desafios, como o desenvolvimento de uma biotecnologia baseada na biodiversidade brasileira, com a produção de novos fármacos, a busca de energias alternativas, a agregação de valor aos minerais presentes no território nacional, o progresso das atividades espaciais, a melhoria da educação básica, as inovações sociais para a inclusão e para a redução de desigualdades. Todos eles com grande potencial de retorno para o desenvolvimento econômico e social do País.

Esse panorama virtuoso e promissor, motivo de orgulho para os brasileiros, está, no entanto, ameaçado de extinção. O contingenciamento em 44% dos recursos para o MCTIC reduziu o orçamento de custeio e capital (OCC) do setor de C&T desse Ministério para 2,5 bilhões de reais, ou seja, cerca de 25% do OCC de 2010, corrigido pela inflação. Essa redução nos recursos para a CT&I se estendeu para outras áreas de governo e se propagou, em um efeito cascata de redução de financiamento, para muitas secretarias e fundações estaduais de amparo à pesquisa, e para instituições estaduais e municipais de ensino superior. Não é surpreendente, portanto, que vivamos uma situação crítica, na qual muitas universidades e institutos de pesquisa encontram-se em estado de penúria, com o sucateamento de laboratórios e unidades de pesquisa, a diminuição e mesmo a possibilidade de interrupção na concessão de bolsas, a proibição de novos concursos e a ausência de recursos essenciais para a pesquisa científica e tecnológica.

Um exemplo evidente é a situação extremamente preocupante do CNPq, que ainda luta por recursos para o cumprimento de seus compromissos em 2017, aí incluídos o pagamento de quase 100 mil bolsistas de Iniciação Científica, de Pós-Graduação e de Pesquisa. Igualmente crítica é a possibilidade, já delineada na PLOA, de que os recursos orçamentários para 2018 sejam mantidos no patamar extremamente baixo daqueles dispendidos em 2017, o que levará novamente o CNPq a uma situação crítica em meados do ano próximo. O Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT, que tem desempenhado um papel fundamental no apoio às instituições de ensino e pesquisa e às empresas inovadoras, foi também severamente atingido. Em 2017, apenas uma pequena parcela dos recursos arrecadados para o FNDCT foi disponibilizada no apoio a atividades de CT&I não reembolsáveis. Nas previsões orçamentárias para 2018, tais recursos serão da ordem de 750 milhões de reais, um valor muito abaixo do total a ser arrecadado, aproximadamente 4,5 bilhões de reais.

Essa falta de recursos põe em risco, ainda, o funcionamento dos institutos de pesquisa do MCTIC e de outros ministérios, instituições fortemente estratégicas, estranguladas a ponto de terem sua existência ameaçada, alijando o estado brasileiro de instrumentos essenciais para qualquer movimento de recuperação da economia nacional. O financiamento reduzido e parcial dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), contrastando com a afirmação do governo federal de que eles seriam prioritários na área da CT&I, terá também um impacto profundamente negativo para a ciência brasileira e para sua necessária internacionalização.   

É também muito grave a situação das universidades públicas federais, um sistema de 63 instituições, 320 campi e mais de um milhão de alunos, responsável por 57% dos programas de pós-graduação no País e por parte expressiva da produção científica e tecnológica nacional, além da formação de recursos humanos altamente qualificados em todos os campos do saber. Com cortes sucessivos em seus orçamentos e o contingenciamento dos recursos de 2017, da ordem de 55% do orçamento de investimento e 25% do orçamento de custeio, as universidades públicas federais estão impossibilitadas de concluir obras iniciadas, cumprir compromissos relacionados à sua manutenção e executar programas importantes para o seu desenvolvimento acadêmico e científico. A diminuição de recursos da Capes, delineada para 2018, é também motivo de grande preocupação haja vista o papel essencial desempenhado por esta agência para a pós-graduação e para a educação básica do País.  

A queda no financiamento das instituições e dos programas de pesquisa, assim como a ameaça de proibição de novos concursos públicos, contribuem para o empobrecimento e sucateamento das universidades e institutos de pesquisa pelo esvaziamento de seu quadro qualificado e pela total desmotivação e insegurança que gera nos jovens que pretendem seguir a carreira de pesquisa. Vivemos o risco de sofrer uma grande diáspora científica, com a evasão de cérebros altamente qualificados, formados com recursos públicos, para países mais avançados que veem na C&T um instrumento essencial para o desenvolvimento econômico e para o bem-estar social.

Alertamos, assim, para a necessidade urgente de reversão desse cenário, por meio do descontingenciamento, ainda em 2017, dos recursos destinados ao MCTIC com a recomposição do seu orçamento anteriormente previsto, o que implica o aporte de 2,2 bilhões de reais. É igualmente indispensável a garantia de um orçamento adequado para a ciência e tecnologia, em 2018, e a alocação de recursos condizentes para as universidades públicas federais e para a Capes. Essas são condições essenciais para um projeto de nação que se preocupe com a um desenvolvimento sustentável, que conduza à melhoria das condições de vida dos brasileiros e que assegure a soberania da nação.

Na expectativa de uma resolução urgente dos problemas aqui apontados, subscrevemo-nos.

Atenciosamente,

Academia Brasileira de Ciências (ABC), Luiz Davidovich

Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti), Júlio Cesar Felix

Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem), Aldo Nelson Bona

Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Emmanuel Zagury Tourinho

Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), Maria Zaira Turchi

Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência e Tecnologia (Consecti), Francilene Procopio Garcia

Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (Fortec), Cristina Quintella

Fórum Nacional de Secretários Municipais da Área de Ciência e Tecnologia, André Gomyde Porto

Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu de Castro Moreira.

 

Jornal da Ciência

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iaravps
22 days ago
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Rio de Janeiro, Brasil
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Scientist Selfies – Instagramming to change public perceptions of scientists

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Scientists have an image problem. Women and minorities are often told they don’t “look like scientists” as stubborn stereotypes depict scientists as white, male, and more competent than warm. Instagram, with its huge and growing community of users and obvious capacity to relate human interest stories, represents a great opportunity to address this problem. Paige Jarreau and Samantha Yammine introduce […]
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iaravps
30 days ago
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Rio de Janeiro, Brasil
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Medievalists Respond to Charlottesville

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Medievalists Respond to Charlottesville:

In light of the recent events in the United States, most recently the racist violence in Charlottesville, Virginia, the undersigned community of medievalists condemns the appropriation of any item or idea or material in the service of white supremacy. In addition, we condemn the abuse of colleagues, particularly colleagues of color, who have spoken publicly against this misuse of history.

As scholars of the medieval world we are disturbed by the use of a nostalgic but inaccurate myth of the Middle Ages by racist movements in the United States. By using imagined medieval symbols, or names drawn from medieval terminology, they create a fantasy of a pure, white Europe that bears no relationship to reality. This fantasy not only hurts people in the present, it also distorts the past. Medieval Europe was diverse religiously, culturally, and ethnically, and medieval Europe was not the entire medieval world. Scholars disagree about the motivations of the Crusades—or, indeed, whether the idea of “crusade” is a medieval one or came later—but it is clear that racial purity was not primary among them.

Contemporary white nationalists are not the first Americans to have turned nostalgic views of the medieval period to racist purposes. It is, in fact, deeply ironic that the Klan’s ideas of medieval knighthood were used to harass immigrants who practiced the forms of Christianity most directly connected with the medieval church. Institutions of scholarship must acknowledge their own participation in the creation of interpretations of the Middle Ages (and other periods) that served these narratives. Where we do find bigotry, intolerance, hate, and fear of “the other” in the past—and the Middle Ages certainly had their share—we must recognize it for what it is and read it in its context, rather than replicating it.

The medieval Christian culture of Europe is indeed a worthy object of study, in fact a necessary one. Medieval Studies must be broader than just Europe and just Christianity, however, because to limit our object of study in such a way gives an arbitrary and false picture of the past. We see a medieval world that was as varied as the modern one. It included horrific violence, some of it committed in the name of religion; it included feats of bravery, justice, harmony, and love, some of them also in the name of religion. It included movement of people, goods, and ideas over long distances and across geographical, linguistic, and religious boundaries. There is much to be learned from studying the period, whether we choose to focus on one community and text or on wider interactions. What we will not find is the origin of a pure and supreme white race.

Every generation of scholars creates its own interpretations of the past. Such interpretations must be judged by how well they explain the writings, art, and artifacts that have come down to us. As a field we are dedicated to scholarly inquiry. As the new semester approaches at many institutions, we invite those of you who have the opportunity to join us. Take a class or attend a public lecture on medieval history, literature, art, music. Learn about this vibrant and varied world, instead of simply being appalled by some racist caricature of it. See for yourself what lessons it holds for the modern world.

The Medieval Academy of America
BABEL Working Group
International Center for Medieval Art
International Congress on Medieval Studies
Sewanee Medieval Colloquium
Society for the Study of Disability in the Middle Ages
TEAMS: Teaching Association for Medieval Studies
The Fellowship of Medievalists of Color
The Gender and Medieval Studies Group
The International Arthurian Society-North American Branch
The International Association for Robin Hood Studies
The International Piers Plowman Society
The International Society of Anglo-Saxonists
The International Society for the Study of Medievalism
The John Gower Society
The New Chaucer Society
The Society for Medieval Feminist Scholarship

-The Medieval Academy Blog

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iaravps
30 days ago
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"a fantasy of a pure, white Europe that bears no relationship to reality"
Rio de Janeiro, Brasil
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I would be honored, but I know I don't belong in your network. The person you invited was someone who had not yet inflicted this two-year ordeal upon you. I'm no longer that person.
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iaravps
32 days ago
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It me
Rio de Janeiro, Brasil
popular
42 days ago
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mooglemoogle
44 days ago
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https://emaildebtforgiveness.me
Virginia
0utis
43 days ago
Wow, now I can wait another nine months before replying to that email. Thanks!
hannahdraper
44 days ago
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This is me.
Washington, DC
alt_text_bot
44 days ago
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I would be honored, but I know I don't belong in your network. The person you invited was someone who had not yet inflicted this two-year ordeal upon you. I'm no longer that person.
Covarr
44 days ago
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Sorry it's taken me two years to reply to your email. Anyway, I'd love to attend your barbecue if you haven't had it yet.
Moses Lake, WA

Carioquinha 2017! É época de descontos para curtir o Rio de Janeiro

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Aos poucos a situação do Rio vai entrando ao normal, ok, o normal não é grandes coisas mas está melhorando. E o carioca que estiver sem grana, a esmagadora maioria, mas quiser aproveitar para turistar em sua própria cidade pode aproveitar que a partir desta sexta, 18/8, até 31/10, acontece mais uma edição do Carioquinha, em sua 16ª edição. São150 serviços e atrações turísticas com desconto de até 100%.

Os descontos são de, no mínimo, 20% podendo chegar até a gratuidade total. Para usar os benefícios, basta o carioca apresentar nas bilheterias a sua carteira de identidade para comprovar a naturalidade ou juntar um comprovante de residência (água, luz, telefone, gás, cartão de crédito).

Com o tema ‘Carioquinha 2017: Você Merece Essa Moral’, a campanha do projeto este ano quer elevar a autoestima, lembrando que há bons motivos para gostar de viver no Rio. Devido aos Jogos Olímpicos, no passado não houve promoção.

A lista das atrações incluiasseios de saveiro pela Baía, pontos turísticos tradicionais, voos de helicóptero ou asa delta, trilhas, caminhadas, tours e novos passeios pouco explorados pelos locais.

Os cariocas ainda poderão desfrutar de serviços da rede hoteleira carioca. Com apoio do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio de Janeiro (Sebrae/RJ), o Carioquinha 2017 também oferece opções em outros municípios do estado: visitas guiadas e teatralizadas, roteiros temáticos que convidam o carioca a ter uma vivência mais completa. Um bom exemplo é uma expedição pela reserva de Guapimirim para ver um santuário de golfinhos na Baía de Guanabara ou conhecer um alambique e ver como se produz cachaça em Guaratiba.

Alguns programas mais baratos

TREM DO CORCOVADO
Até o Cristo Redentor. Desconto: 20%. Preço Normal: R$ 61 e 74. Valor Carioquinha: R$ 59,20 e R$ 48,80.

BARCO NA BAÍA
Passando pelos principais pontos turísticos e históricos da Baía de Guanabara. Desconto: 50%. Preço Normal: R$ 60. Carioquinha: R$ 30.

ESPAÇO DA MARINHA
Visitação a submarino, helicóptero, contratorpedeiro, Nau dos descobrimentos e o carro de combate cascavel. Visitação à Ilha Fiscal. Desconto: 50%. Preço Normal: ECM R$ 10 – IF R$ 30 – PM R$ 30. Carioquinha: ECM R$ 5 – IF R$ 15 – PM R$ 15.

HELICÓPTERO
Voos panorâmicos de 30 minutos. Saída do aeroporto de Jacarepaguá. Desconto: 20%. Preço Normal: R$550. Carioquinha: R$440.

JARDIM BOTÂNICO
Com seus canteiros, coleções de plantas, lagos, animais, monumentos e prédios históricos. Desconto: 20%. De: R$15,00 por R$12.

PLANETÁRIO
Sessões de cúpula A Janela Mágica; Manual de Sobrevivência no Espaço; O Céu: Histórias e Estrelas; Uma Aventura no Planetário. Desconto: 53,8%. De R$ 26 (R$ 13), por R$ 12 (R$ 6)

TOUR IMPÉRIO MUSICAL
Teatralizado. Inclui café da manhã na Confeitaria Colombo com sarau com obras de compositores venerados do século XIX. Passeio no Centro Histórico. Desconto: 20%. De R$ 165, por R$ 132.

Tours Escolas De Samba
Visita ao barracão de uma grande escola e na Cidade do Samba, conhecer os bastidores. De R$ 130 , por 100.

MINIFAZENDA E ALAMBIQUE EM GUARATIBA
Arte de fabricar a verdadeira cachaça de alambique. Desconto: 60%. Preço Normal: R$150. Carioquinha: R$ 60.

Confira o artigo Carioquinha 2017! É época de descontos para curtir o Rio de Janeiro de Quintino Gomes Freire no Diário do Rio de Janeiro - O dia a dia do carioca todos os dias

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iaravps
33 days ago
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Até 31/10!
Rio de Janeiro, Brasil
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